Assistimos | The Witcher da Netflix

Confira nossas primeiras impressões do lançamento da Netflix

Estreou hoje na Netflix, The Witcher, mais conhecido pela franquia de games do mesmo nome, mas que aqui utiliza os livros como base para seu roteiro. E aqui vale um parênteses. Apesar da popularização nos games a partir do primeiro jogo para PC para 2007, o primeiro conto de toda uma série desenvolvida por Andrzej Sapkowski foi escrito em 1986 e uma primeira coletânea em 1990, seguida por vários romances cujo primeiro é O Último Desejo. Vale ressaltar antes de começarmos que está análise que nosso seguidor pode ler tranquilo em relação aos spoilers se ainda não viu a série. A história de The Witcher gira em torno do bruxo (witcher, no original) Geralt de Rívia. Os bruxos são caçadores de monstros que desenvolveram habilidades sobrenaturais enquanto jovens para lutar com estas criaturas. Já a história da série não é uma história de origem do personagem. Mas fique tranquilo,  pois isto não é um ponto negativo. Eu nunca li os romances ou joguei os games e é possível acompanhar perfeitamente. Vamos a sinopse oficial da Netflix:

“Baseada na série best seller de fantasia, The Witcher é um conto épico de destino e família. Geralt de Rivia, um caçador de monstros solitário, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas provam ser mais perversas que os monstros. Mas quando o destino o coloca de frente à uma poderosa feiticeira, e uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três devem navegar o crescente e volátil Continente juntos”

A história da série começa quando Geralt de Rívia chega à cidade de Blaziken buscando uma recompensa após caçar um Quiquimorra. Após o Intendente da vila negar o que procura, sua filha Marilka o leva à Stregobor, um mago que vive isolado em uma torre mágica, que poderia aproveitar a criatura. Uma vez na torre, o mago tenta convencer Geralt a matar uma garota chamada Renfri. O mago diz que Renfri é uma das filhas de Lilith, uma deusa demoníaca que deseja exterminar os humanos, já que ela nasceu sob um Sol Negro. Geralt não se convence a princípio, pois não acredita que isso poderia transformar uma princesa em um monstro, mas o destino põe a garota em seu caminho. Em outro lugar, no reino de Cintra, o Reino de Nilfgaard está prestes a destruir a paz que reina no local. Após a batalha a Princesa Cirila que aparentemente também tem poderes sobrenaturais foge, e sua mãe diz que seu destino é encontrar Geralt. E esse é só o começo de uma trama que levará os destinos dos dois personagens a se cruzarem, além de outros que cruzarão o caminho do bruxo. A produção de The Witcher é magnífica, com uma bela fotografia e efeitos especiais bacanas. Henry Cavill está muito bem como Geralt. Ao contrário dos personagens que o consagraram como Superman, aqui Cavill pode demonstrar uma atuação que não depende somente da força física. As lutas de espadas são muito bacanas e sim, há cenas violentas na série, mas nada de forma gratuita. Dentre os temas abordados, os valores como honra e coragem, o julgamento pela aparência que mostra que não é somente isto que definem os monstros, e claro, o destino. Aos fãs de fantasias medievais que ficaram orfãos após o fim de Game of Thrones, dos games que popularizaram o personagem, ou mesmo aqueles que gostam de histórias bem contadas podem assistir a série tranquilamente, pois vão adorar. A série já tem uma segunda temporada garantida. Vale a pena conferir. Fiquem ligados para mais novidades sobre séries, a qualquer momento, aqui no GamePlay RJ.

Químico, pai e professor no mundo real, Felipe, vulgo Nerd sempre foi apaixonado por quadrinhos,cinema e TV. Também adora escrever e discutir sobre os temas nas horas vagas, o que o trouxe a GameplayRJ, sua morada na internet.

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