Assistimos | Jumanji: Próxima Fase

Confira a nossa análise completa da sequência da Sony Pictures

E chegou a hora de conferir Jumanji: Próxima Fase, a sequência de Jumanji: Bem Vindo à Selva, de 2017. O filme é muito divertido, tem belas sequências de ação e efeitos especiais incríveis. Mas antes de entrarmos na análise em si, um agradecimento a Sony Pictures Brasil pelo convite para a pré estreia do filme e a coletiva de imprensa com a atriz Karen Gillan, que esteve no Brasil para divulgar o filme. A atriz escocesa respondeu às perguntas dos convidados da imprensa com muita simpatia. Dentre as perguntas, Karen comentou sobre o desafio de interpretar vários papéis ao mesmo tempo. Assim como no filme original, ela interpreta a personagem do jogo Jumanji, Ruby Roundhouse, que é controlada pela garota Martha Kaply. Na sequência, além de Martha ela teve que atuar de maneira diferente pois Ruby é controlada por outros jogadores, que não vou mencionar para não estragar a diversão de nosso seguidor. Também comentou sobre o clima de amizade entre o elenco do filme, que recebeu os veteranos Danny DeVito e Danny Glover, que interpretam os avôs do protagonista Spencer, Eddie, e seu amigo Milo Walker e que são sugados para o jogo. Ela comentou que foi uma grande honra trabalhar com os veteranos e que espera que eles voltem a trabalhar juntos.  Ainda sobre o elenco, ela disse que dentre os atores, Jack Black é o mais divertido tanto durante as filmagens, quanto fora, principalmente quando está interpretando os trejeitos da personagem Bethany. Eu perguntei à atriz qual trabalho havia sido mais desafiador: as múltiplas personalidades de Ruby em Jumanji ou como Nebula no Universo Cinematográfico da Marvel, com as diversas próteses e maquiagem pesada. Ela disse que a maquiagem e próteses eram muito incomôdas e que apesar de cada papel ter seus desafios, sem dúvida o papel de Nebula foi mais desafiador. Enfim, não vou me estender mais, mas foi uma experiência bem agradável. Fora a entrevista e a exibição, a Sony caprichou no visual da sala e da recepção, com a temática da selva, presente nos dois filmes.

Agora começam os comentários do filme. E nosso seguidor pode ficar tranquilo, pois como sempre nossa análise não tem spoilers graves. Ainda assim, se você não quer saber absolutamente nada, volte depois de assistir ao filme. As sequências de filmes são tema recorrente de discussão entre os amantes da sétima arte. Muitas são terríveis ou desnecessárias. Felizmente Jumanji conseguiu quebrar essa barreira agregando elementos que mantém o espectador interessado na trama. Grande parte do diferencial está na presença dos já citados veteranos DeVito e Glover, que no jogo são os personagens Dr. Smolder Bravestone, interpretado por Dwayne Johnson e Franklin “Mouse” Finbar, interpretado por Kevin Hart. Os atores da nova geração conseguem transparecer de forma incrível os trejeitos dos veteranos, criando situações cômicas de senhores ocupando os corpos de personagens fisicamente e/ou intelectuamente mais capazes. Além disso, outro ponto alto são as novas situações do jogo. Como vimos no final do primeiro filme, os garotos aparentemente haviam destruído o videogame. Mas Spencer (Alex Wolff), se sentindo inseguro no mundo real com seu namoro com Martha e sua vida, resolve remendar o game e voltar ao mundo de Jumanji. Isso cria uma série de “bugs” que acabam confundindo até mesmo Martha e Fridge, que já conheciam o jogo. Um destes “bugs” é a troca de jogadores nos personagens de Jumanji. Além de criar algumas situações cômicas, há ótimas surpresas para o espectador. E quem não gosta de comédias, não se preocupe. O humor se alterna com sequências incríveis de ação e ótimos efeitos especiais. Os animais, outro elemento clássico desde o filme original com Robin Williams de 1995, são bastante convincentes. Mesmo em nossa sessão que era em 2D convencional, as cenas de perseguições dos animais são envolventes e um pouco assustadoras. As ambientações também são outro elemento de dificuldade do jogo que são retratadas por uma fotografia belíssima. A alternância entre clima desértico, de selva tropical e de regiões geladas cria um ritmo que também mantém o interesse do espectador durante toda a sessão. Os elementos dramáticos também são convincentes, afinal Jumanji é um jogo para “Quem quer deixar seu mundo para trás” e esta temática é explorada novamente de forma interessante pelo roteirista e diretor Jake Kasdan, sendo tocante em alguns momentos. Enfim, dizer mais seria estragar a experiência de nosso seguidor. Termino minha análise dizendo que Jumanji: Próxima Fase é diversão garantida para diversos públicos e um ótimo filme para começar o ano com alto astral. E para quem é fã da franquia, Karen Gillan também revelou na coletiva que ainda não há nada oficial, mas que todos os atores adorariam voltar ao mundo de Jumanji, e o final do filme deixa uma abertura bacana para isso. Agradecemos novamente a Sony Pictures Brasil pelo convite. Fiquem ligados para mais novidades sobre filmes, a qualquer momento, aqui no GamePlay RJ.

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