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Confira nossa análise completa da animação da Disney

O auto conhecimento é uma jornada essencial na vida dos seres humanos. O tema está presente em todos os lugares: livrarias, as diversas formas de mídia digital, redes sociais, conversas de buteco, etc. Assim, já começo minha análise de Frozen 2 dizendo que a busca pela origem dos poderes de Elsa foi uma escolha bastante relevante para a sequência do sucesso de 2014 do Walt Disney Studios. O filme começa mostrando com um flashback que vai nortear a trama da animação. O Rei Agnarr conta às suas crianças Elsa e Anna, que o seu avô, Rei Runeard estabeleceu um acordo com a tribo vizinha de Northuldra construindo uma barragem na sua terra, a Floresta Encantada. Por algum motivo ocorre uma luta que resulta na morte do Rei e enfurece os espíritos da Terra, Fogo, Água e Ar. É quando um misterioso salvador ajuda o jovem Agnarr à escapar. Após três anos de sua coroação no final do primeiro longa, Elsa se vê inquieta por uma voz que a chama. Eis que a jovem rainha desperta novamente os espíritos elementais perturbando o reino de Arendelle. A partir daí, começa uma jornada de Elsa, Anna, Kristoff, Sven e Olaf em busca de entender mais sobre a história do passado e os elementos. Isso levará Elsa a uma jornada de auto conhecimento inesperada. As sequências de qualquer produção cinematográfica são perigosas, ainda mais com um primeiro filme tão bem sucedido quanto o primeiro. Mas o Walt Disney Studios acertou em cheio na sequência. Mesmo trazendo um filme que traz uma trama que remonta às origens do universo do reino de Elsa, a trama prende a atenção do começo ao fim. Aos que gostaram da trilha sonora do primeiro filme vão desfrutar de novos números musicais. A cantora e dubladora Taryn Spzpilman também faz bonito na versão dublada, para os que tem filhos como eu, ou preferem a versão brasileira. Fabio Porchat está de volta como um Olaf que se encontra mais reflexivo, mas que ainda diverte na dose certa. A animação está maravilhosa. Os espíritos elementais, especialmente os da Terra e da Água são alguns dos novos personagens da sequência que se destacam. E claro, as crianças (e alguns adultos) vão sair salivando por um novo brinquedo baseado nos novos trajes das protagonistas entre outros. Afinal, ainda é um filme da Disney e os produtos já fazem parte da experiência de suas animações e filmes. O ritmo do filme também está bacana, alternando entre momentos de ação e desenvolvimento da história, mais lentos. Enfim, dizer mais seria entregar pelo menos uma ou duas surpresas que a trama entrega ao espectador. O que posso dizer é que Frozen 2 continua uma animação diferenciada entre os “filmes de princesas”, sem um inimigo maléfico, clichês e outras formas de amor verdadeiro entre amigos e família. Fiquem ligados para mais novidades sobre filmes, a qualquer momento, aqui no GamePlay RJ.

Químico, pai e professor no mundo real, Felipe, vulgo Nerd sempre foi apaixonado por quadrinhos,cinema e TV. Também adora escrever e discutir sobre os temas nas horas vagas, o que o trouxe a GameplayRJ, sua morada na internet.

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